Na última semana de março, o jornal “Valor” publicou uma reportagem interessante (leia aqui, para assinantes): algumas empresas estão aplicando testes para identificar funcionários que tenham alguma inclinação para cometer fraudes, desvios e atos de corrupção.

Em meio a uma crise ética e moral sem precedentes na história do Brasil, as empresas estão cada vez mais preocupadas com a integridade de seus funcionários. Ainda mais depois de noticiadas as dificuldades financeiras de algumas companhias envolvidas na Operação Lava-Jato.

Mas a aplicação desses testes não é o suficiente: as empresas precisam manter vivas as questões relacionadas à sua integridade, que deve ser reforçada constantemente (leia mais sobre compliance aqui e aqui). Costuma-se dizer, aliás, que comunicar a cultura das organizações é algo a ser feito eternamente.

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